EVENTOS INTEGRADOS

Espaço Aberto ONG Brasil 2012 - Macrotema: Sustentabilidade e Desenvolvimento-Sessão 1-Manhã

Ciclo de Palestras – Espaço Aberto ONG Brasil 2012

06 de dezembro - quinta-feira  -  Sessão 1 - Manhã
Macrotema: Sustentabilidade e Desenvolvimento

Das 09h00 às 11h50 – Auditório Vila Maria

organização:

Programação

Palestra: ArteSol: ontem e hoje

Entidade: Artesol/Artesanato Solidário

Macrotema: Sustentabilidade e Desenvolvimento

Palestrante: Marina Lopes - Atua no ArteSol há 3 anos e é responsável pela área de Projetos e Gestão do Conhecimento da organização. Suas atividades consistem na elaboração, implementação, monitoramento e avaliação dos projetos e propostas ArteSol. É responsável pela seleção de consultores para atuação em diferentes projetos. Realiza pesquisas sistemáticas de editais para captação de recursos, além de pesquisas conceituais e técnicas sobre o artesanato e a cultura popular. É quem produz os textos conceituais institucionais e responsável pela organização dos conhecimentos produzidos e pesquisas. Atua como porta-voz da organização para assuntos acerca da temática do artesanato e articula a ampliação da rede de parceiros ArteSol. Responsável pela atualização sistemática da metodologia de trabalho ArteSol, é quem constrói instrumentos e indicadores para Avaliação de resultados das ações e projetos.

Resumo: Na palestra pretende-se fazer um panomara sobre a atuação do ArteSol nas comunidades artesãs desde sua fundação até os dias de hoje. Desta forma, serão abordados temas como sustentabilidade, Patrimonio Cultural Imaterial brasileiro, Princípios do Comércio Justo, empreendedorismo na atividade artesanal brasileira e diferentes conceitos que têm feito parte das práticas e teorias do ArteSol no decorrer destes 14 anos de experiência.  Muito do que se analisava no contexto das comunidades artesãs brasileiras em 1998 mudou.O que pretende-se abordar é a forma com que o ArteSol se atualizou e atualiza para atender às demandas locais, frente às modificações sociais e econômicas. Nestas mudanças estão a análise metodológica das ações, a missão da organização, seu papel na sociedade e a forma com que a equipe tem discutido e se planejado para tais modificações contextuais. Além de uma reflexão interna da organização nesse novo cenário, pretende-se também expor exemplos de mudanças nas comunidades, nos produtos artesanais e nas associações de artesanato, de forma sistematica e avaliativa. Será utilizada uma apresentação em Power Point e ações pontuais com comunidades irao exemplificar a palestra.

Palestra: CASE: Programa de Educação em Valores Humanos

Entidade: Associação Mantenedora Da Escola Sathya Sai De Ribeirão Preto

Macrotema: Sustentabilidade e Desenvolvimento

Palestrante: Dalton De Souza Amorim - Formado em Ciências Biológicas e com doutoramento pela USP, tem um pós-doutoramento no American Museum of Natural History. Docente da UFPB entre 1985 e 1990, e da USP desde então. Atualmente coordena a Pós-Graduação em Entomologia da USP, Ribeirão Preto. É fundador da Escola Sathya Sai de Ribeirão Preto, da qual foi presidente da Associação Mantenedora por dois mandatos. É membro do Instituto Sri Sathya Sai de Educação do Brasil.

Resumo: A Escola Sathya Sai de Ribeirão Preto vem trabalhando há dez anos com o Programa de Educação em Valores Humanos. Esse programa corresponde, tecnicamente, a um eixo transversal aos conteúdos acadêmicos da escola. O “desenvolvimento de valores humanos” deve ajudar os alunos, em paralelo ao processo de aquisição de conhecimento acadêmico, a compreender sua própria natureza humana e converter essa compreensão em prática pessoal. Poderiam ser chamados de valores capitais elementos como Amor, Verdade, Retidão, Paz Interior e Não-violência. Mas esses, de fato, são idealmente aspectos da natureza humana, não normas e convenções sociais.  Desse modo, auto-conhecimento, auto-estima, auto-respeito e discernimento seriam bases que permitiriam ao aluno desenvolver uma dinâmica pessoal que lhe dessem uma visão de si mesmo e a capacidade de inserir-se em um contexto social a partir de uma visão de valor pessoal que não é condicionada por outros "instrumentos" de medida do valor humano. A avaliação do andamento do programa é um desafio. O conhecimento pessoal, o desenvolvimento de caráter, a capacidade de discernimento e outras habilidades congêneres são do domínio subjetivo, portanto difíceis de serem dimensionados objetivamente. Os dez anos da Escola mostram as dificuldades de construir um sistema escolar à medida desse desafio—que passa pela construção de uma prática escolar que passe por toda a estrutura de gestão, docentes, funcionários, famílias e a comunidade de entorno. Igualmente, mostra a grande importância dos resultados em termos do fortalecimento das habilidades não-acadêmicas no processo escolar, em paralelo com uma boa formação de conteúdos escolares. Como está em muitos educadores, a existência de uma atmosfera fortemente impregnada de uma relação afetiva é a base desse trabalho

Palestra: Gestão Orientada para a Sustentabilidade - Ecoeficiência e Competitividade em Pme's : Modelo Educativo aplicado ao Desenvolvimento Socioambiental

Entidade: Fundação Espaço Eco

Macrotema: Sustentabilidade e Desenvolvimento

Palestrante: Fernando Feitoza - Fernando Feitoza é gerente de Educação para a Sustentabilidade na Fundação Espaço ECO desde 2011. Graduado em Direito pela UNESP. Mestre em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo. Completou seus estudos de Publicidade, Propaganda, Marketing e Inteligência competitiva para o setor varejista. Com 22 anos de experiências em Marketing, foi Gerente e Diretor de instituições como BankBoston, Citibank e TRD de da 3ª Região. Também atuou como Consultor em Estratégia e Marketing e Desenvolvimento de Pessoas para empresas nacionais e multinacionais, enquanto foi um voluntário na Fundação Gol de Letra, em colaboração com a Comissão de Mobilização da Superintendência.

 Taísa Caires - coordenadora de Gestão em Ecoeficiência na Fundação Espaço ECO. Graduada em Psicologia e especialista em Psicopedagogia pela UMESP. MBA em Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade pelo Instituto Mauá de Tecnologia. Mestranda em Gestão Ambiental & Sustentabilidade pela Universidade Nove de Julho.  Com 09 anos de experiências em Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade, atuou no Grupo pão de Açúcar, em seu Instituto e na área de Sustentabilidade Corporativa. Foi coordenadora de relacionamento com a comunidade na Odebrecht Realizações Imobiliárias onde foi responsável pela elaboração de ferramentas de gestão e programas para diagnóstico social e relacionamento com o entorno das obras e  desenvolvimento dos futuros moradores para gestão condominial e vida em comunidade.

Juliana Furlaneto – coordenadora de Educação Socioambiental na Fundação Espaço ECO desde 2010. Especializada em Jornalismo científico pela UNICAMP/SP, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Santa Úrsula / RJ e Publicidade e Propaganda pela PUC-Campinas, atuou com pesquisa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro/RJ, como consultora em educação ambiental na Ecology Brasil e em comunicação social na BASF S.A.

Resumo: Proporcionar reflexão sobre as principais demandas e pressões de mercado por um modelo de gestão orientada para a sustentabilidade; Apresentar estratégias e vantagens para adoção e deste novo modelo.

Palestra: Parcerias bem sucedidas geram resultados concretos

Entidade: Fundação Fé e Alegria do Brasil

Macrotema: Sustentabilidade e Desenvolvimento

Palestrante: Maria De Fátima Ferreira De Sousa Brasil - Assistente Social, Assessora de Projetos Sociais e de Gestão Pública

Resumo: O Projeto intitulado “Conviver em Interação” é uma iniciativa da Fundação Fé e Alegria do Brasil, Filial Ceará, que atua na comunidade de Vazantes, distrito de Aracoiaba (80 km de Fortaleza). O objetivo da palestra é mostrar, com exemplos bem concretos, a transformação de uma comunidade pacata, graças a um conjunto de ações sociais, de forma sistemática, atendendo cerca de 700 pessoas, de Vazantes e comunidades vizinhas. Se por um lado, constata-se a ausência de políticas sociais eficazes, agravando a pobreza e/ou criando dependências, por outro lado, percebe-se que um trabalho formativo desperta o dinamismo e o protagonismo das pessoas quando para a vida associativa. Graças à parceria e ao acompanhamento da ANEAS, a Fundação Fé e Alegria de Vazantes, ao longo desses últimos sete anos, vêm mudando a realidade, mediante ações que visam o fortalecimento e o desenvolvimento de potencialidades das famílias de baixa renda, promovendo a inclusão produtiva, bem como trabalhando as atividades socioeducativas e culturais, todas importantes no crescimento da autoestima das pessoas e da comunidade. Os temas a serem desenvolvidos são: protagonismo para a autonomia, microcrédito monitorado, sustentabilidade gradativa e empreendedorismo comunitário. Os grupos produtivos desenvolvem atividades de processamento de alimentos (panificação, confeitaria, doces e polpas), artesanato e corte-e-costura, recebendo acompanhamento sistemático e orientação da equipe técnica, na democratização da produção, integrando processos educativos e saberes comunitários. 

 

 

 




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